Business Intelligence

O Business Intelligence (BI) não depende de inteligência de gênio para que empresas de qualquer porte possam utilizar. É que esse “Intelligence”, do inglês (do mesmo “I” que aparece em FBI, CIA e até da ABIN – Agência Brasileira de Inteligência), é usado no significado de coleta de informações.

Na verdade, a coleta é a primeira parte do processo de BI.

Dados sozinhos não fazem nada. O BI se completa com a organização e análise deles para que os gestores da empresa possam ter insights (compreensões de algumas coisas) sobre eles e para tomar suas decisões.

Então, de certo modo, o BI seria a transformação de dados coletados em valor para a empresa. Em ouro. Não à toa a expressão “mineração de dados” é usada na análise de grandes volumes.

Para que serve?

Para ajudar na tomada de decisões, como já foi dito, mas para muitas coisas mais, entre as quais o aumento da eficiência, a adaptação da empresa a novos cenários, a ampliação da competitividade empresarial, etc.

Em geral, tudo começa com a adoção de tecnologia da informação como ERP, MES, CAM e CAD, equipamentos de telefonia e outros. 

O Corte Certo, como otimizador de planos de cortes, se inclui entre essas ferramentas imprescindíveis para quem dele necessite para planos de cortes de chapas, de bobinas ou materiais unidimensionais, mas, para que o BI aconteça, dois outros elementos devem ser incorporados: a cultura corporativa e os especialistas de BI.

A formação de uma cultura corporativa apropriada tende a acontecer naturalmente pela simples adoção da tecnologia, já que as pessoas facilmente se acostumam à velocidade e praticidade que ela oferece, levando-as até a novas evoluções nos processos.

Isso ajuda, mas também não é suficiente.

E é então que os especialistas de BI fazem a diferença: o analista de dados, o analista de negócios, o engenheiro de dados.

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Isso quer dizer que o BI só serve a grandes empresas, as que podem adquirir sofisticadas tecnologias de informação e contratar colaboradores de altíssima formação?

Não necessariamente.

Mesmo um gestor não acostumado à análise desses tipos de dados, poderá ter alguns insights sobre, por exemplo, estes dashboards gerados pelo Corte Certo Revenda, um aplicativo voltado para lojas de materiais para marcenaria:

Vamos considerar, no exemplo, estes dados dos últimos 15 dias de uma loja fictícia.

Vamos supor agora que essa loja nunca tenha se animado a oferecer serviços terceirizados de corte de chapas para os marceneiros, seus clientes. 

Com números da quantidade de cortes e até de valor de R$ 607.631,25 que poderia ter recebido (a partir de dados levantados em enquete com os próprios compradores das chapas), o gestor pode tomar a decisão de investir nas máquinas, com muita segurança. 

Já os dados abaixo permitem identificar os períodos de maior ou menor movimento na loja (seja ele presencial ou virtual), facilitando assim decisões sobre o banco de horas de funcionários, atribuição de tarefas diversas para horários com menor solicitação de atendimento, necessidades de novas contratações, ociosidades, etc.

Leia a seguir reportagem mais completas realizada pela revista Móbile Fornecedores, especializada no setor moveleiro, a partir de entrevistas feitas com diretor da Corte Certo:
https://emobile.com.br/site/industria/business-intelligence-no-setor-moveleiro-corte-certo/

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