O marceneiro que usa o Corte Certo já sabe: aquelas partes azuis hachuradas no plano de corte são sobras, pedaços pequenos demais para serem usados. Que fazer com elas?

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Se ele estiver comprando em uma revenda, é simples. É só deixar as sobras na loja.

E a revenda faz o que com elas? Esse é também um problema para uma indústria moveleira ou mesmo um marceneiro que tenha adquirido placas inteiras para ir usando.

Primeiro é preciso lembrar que já há quatro anos existe uma Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305) que tornou também os fabricantes e comerciantes responsáveis pelo descarte sustentável (ecologicamente correto) dessas sobras.

O problema é que esses painéis, como os de MDF ou MDP, podem conter resíduos de materiais tóxicos e/ou inflamáveis, tais como cola, solventes, tintas, etc., e não podem ser simplesmente jogados no lixo.

Uma solução é vender as sobras a fabricantes de chapas para reuso na produção de novos painéis.

Mas como deixar acumular um volume razoável para a venda sem ter de reservar um grande espaço para esses pedaços e sem toda aquela confusão de acúmulo de caixas de resíduos, dentro e fora da empresa, excesso de trânsito de empilhadeiras, etc?

Use um triturador

Uma sugestão é o recém-lançado S-Alpha TT, um triturador industrial da Gautech (www.gautech.ind.br), de São Bento do Sul, SC.

Luciano Arcelo

Luciano Arcelo

Segundo o Luciano Arcelo (foto), sócio-proprietário da empresa, é um equipamento com baixíssimo nível de ruído, de fácil operação e dotado de facas de grande durabilidade, podendo dispensar manutenção por até três anos.

Além de livrar a empresa de todos os custos dos problemas mencionados para o armazenamento das sobras, o triturador da Gautech oferece ainda uma vantagem adicional muito importante, na opinião de Arcelo: “Os resíduos já processados têm melhor aceitação e valor no mercado”.