Ao responder sobre o tema proposto de “Como as empresas estão lidando com a pandemia do coronavírus”, a Corte Certo anuncia mudança total para o ambiente virtual.

Corte Certo se uniu a outros 29 players do mercado moveleiro na edição que, além de comemorar o número 300 da Revista Móbile Fornecedores, também festeja os 40 anos da editora. O tema: como as empresas estão lidando com a pandemia.

A entrevista com o diretor Joerly Santos ocupa uma página inteira  e é acompanhada por um depoimento em vídeo de outro diretor, o Fernando Nascimento, além de fotos de funcionários em ambiente físico e no novo modo de reuniões por telechamadas.

Com relação especificamente ao tema, Santos explica que lida com a pandemia com “visão de oportunidade” e apresenta o Corte Certo Web, uma solução que trabalha inteiramente em nuvem (assim como o Google, o Youtube, etc.) e que ajuda nos negócios estabelecidos entre Revendas de placas + clientes marceneiros.

“Esse é o produto ideal para tempos de pandemia” – diz Santos – “porque minimiza ao máximo o contato marceneiro-balconista. O marceneiro não precisa nem ir até a revenda. Ele pode enviar a lista de peças à sua revenda de preferência pelo aplicativo a partir de seu computador (ou celular) e receber o orçamento de volta. Em poucos cliques o pedido pode ser aprovado”.

Ele explica como os dois lados do negócio ganham:

“Para a revenda, é um robô vendendo 24 horas por dia, não importando se é dia útil, domingo ou feriado. Para o marceneiro é a tranquilidade de cuidar dos seus pedidos na hora que tenha livre, independentemente do horário comercial”.

“Este é um produto para mudar para sempre o modo como se compra e se vende material de marcenaria” - conclui.

Ao falar sobre a própria empresa, a Corte Certo, anunciou uma grande mudança:

“Sim. Aproveitamos a experiência forçada do home-office para todos, para testar os vários pontos de possível fragilidade nesse modelo de trabalho e decidimos por adotá-lo de forma permanente. Obviamente, checamos prós e contras com funcionários e conversamos com clientes sobre a satisfação no atendimento.

Há o evidente alto custo de se desfazer do imóvel, com multas, reformas nesse espaço físico para devolução ou reocupação. Isso, para um caixa que já sofre os efeitos de um mercado hesitante. E, claro, há a fragilidade jurídica. Mas, até agora, para cada problema, uma solução apareceu”.

A edição da revista está aqui:

https://www.emobile.com.br/revistas/fornecedores/