O lançamento de produto inteiramente em nuvem foi apenas um dos destaques que pontuaram a participação da Corte Certo.

Para quem esperava algum tipo de terror na última sexta-feira, 13, e estava na Formóbile – Feira Internacional da Indústria de Móveis de Madeira -,  viu que ele passou longe do stand da Corte Certo.   Ao término da 8ª. Edição dessa que é a maior feira do setor na América Latina, o saldo dos resultados dos trabalhos realizados pela Corte Certo mais que superou as expectativas, não apenas no que diz respeito ao interesse despertado pelo novo produto, o Corte Certo Revenda, mas também pelo entusiasmo com que a indústria recebeu as inovações tecnológicas da versão offline do software. E isso sem falar no coroamento das realizações ao longo do ano com um Prêmio Top Mobile 2018, na categoria Softwares, entregue em instalações da própria São Paulo Expo, onde a feira se realizou.

Muito interesse no stand, Prêmio Top Móbile e comemoração da equipe em jantar oferecido pela Organização do evento. Da esquerda para a direita, Marcelo Butenas, Fernando Nascimento (que também aparece recebendo o Prêmio), Midiã Miranda, Thiago Fabiano, Mariana Mora e Alex Henrique.

Muito interesse no stand, Prêmio Top Móbile e comemoração da equipe em jantar oferecido pela Organização do evento. Da esquerda para a direita, Marcelo Butenas, Fernando Nascimento (que também aparece recebendo o Prêmio), Midiã Miranda, Thiago Fabiano, Mariana Mora e Alex Henrique.

O CORTE CERTO REVENDA

A ideia é antiga dentro da Corte Certo e até já havia sido anunciada formalmente 5 anos atrás, durante a FORMAR, Feira da Revenda e da Marcenaria, em outubro de 2013. E também não é tão nova na prática. Na verdade, já faz anos que várias soluções de cálculo de planos de cortes vêm surgindo no mundo, com o objetivo de encurtar o caminho entre marceneiros e lojas de materiais para marcenaria. Muitas já deixaram de existir, outras tropeçam em incontáveis bugs ou suposições equivocadas.

Esses tropeços precisaram ser estudados e, agora, o Corte Certo Revenda surge dotado de tecnologia superior e num ambiente de cloud computing mais maduro, em que alguns problemas de segurança de dados, por exemplo, já foram superados.

No que diz respeito a soluções já existentes o problema mais comum parece ser que parte considerável delas surge do experimentalismo, ou seja, algo que seria estudo acadêmico, mas que vira produto. E não é só isso. Cloud computing é ainda um ambiente muito novo e escorregadio, onde previsões como a de escalabilidade e conformidade em relação a normas e regulamentações (requisitos de compliance) não têm merecido a devida atenção.

Outra inovação para a Corte Certo, mas cada vez mais em uso no mercado internacional de softwares, é a do modelo comercial, em que a cobrança é feita por uso e não através licenciamento perpétuo. As principais vantagens deste modelo são claras: 1) valores mais baixos e apenas quando realmente o cliente necessite do software; 2) atualização contínua do sistema ao preço da manutenção, sem pagamento adicional, como ocorre no modelo de comercialização convencional; 3) fim da pirataria, preocupação tanto de desenvolvedores como de clientes, já que usuários de softwares piratas concorrem de forma desleal.

Para que esse modelo funcione, no entanto, a empresa terá como desafio encorajar a adesão de muito mais clientes que pelo sistema convencional.

 

COMO FUNCIONA

Basicamente o sistema é composto de duas áreas: a da revenda; e a dos marceneiros. Ambas funcionando em nuvem, com acesso através de login.

Pela área da revenda é possível: carregar a sua lista de produtos e serviços com respectivos preços, enviar convites de adesão a seus clientes e aceitar pedidos de compra, entre outros recursos.

Pelo área do marceneiro: lista o que quer adquirir (chapas, ferragens, etc.) e recebe automaticamente um  orçamento. Se aprovar, basta aceitar e enviar o pedido.

Para o caso da compra de chapas, o marceneiro pode inserir a lista de peças e o sistema usará o Corte Certo para calcular, não apenas o número de chapas necessário, mas também o de cortes e fitas.

O Marceneiro não paga nada para usar o sistema, enquanto a revenda paga, além de uma taxa adesão, apenas taxas por pedidos efetivamente aceitos. Há também uma taxa de renovação anual.